Por Daniela Pereira
As drogas proporcionam aumento relativo em outros tipos de crimes, como assaltos, arrombamentos e prostituição. Na maioria dos casos de homicídios, a autoria é um mistério e a polícia aponta o tráfico como possível causa.
Em Salvador, muitas mortes estão relacionadas às drogas, que vêm destruindo famílias e tirando o sossego de muitos, principalmente de moradores de bairros, como Nordeste de Amaralina, Cosme de Farias, São Caetano e Engenho Velho da Federação, onde o ciclo vicioso é mais intenso.
Retrato do cenário de violência, tráfico e insegurança, o Engenho Velho da Federação, reconhecido como comunidade de resistência negra, cuja população chega a 65 mil habitantes, tenta resistir à violência. A população é quem mais sofre com balas perdidas e ameaças dos traficantes que disputam os pontos de drogas.
O Engenho Velho da Federação possui nos seus arredores comunidades, como Baixa da Égua, Forno, Lajinha e Vale da Muriçoca, que vivem em uma verdadeira guerra civil não declarada. De acordo com o investigador Paulo Portela, chefe do Serviço de Investigação (SI) da 7ª Delegacia do Rio Vermelho, essa "onda" de drogas que a cidade presencia começou após a desarticulação da quadrilha do maior traficante do Estado, Raimundo Alves de Souza, conhecido como Ravengar. "Depois de Ravengar a droga se espalhou e se dividiu criando dois "partidos", o do traficante Perna e o de Piti", afirma Portela. Para o investigador, o usuário começa a se tornar um viciado quase sempre pela maconha. Depois de certo tempo, quando a dependência fica sem controle, ele passa para a cocaína até chegar ao crack, considerada uma das drogas mais avassaladoras. Na região do Vale da Muriçoca, onde o tráfico é comandado por um jovem de prenome Dejavan, mais conhecido como "Kiko", a pedra de crack pode ser adquirida por cerca de R$ 5,00.
Segundo dados fornecidos pelo Centro de Documentação e Estatística Policial (Cedep), o bairro da Federação apresentou de janeiro a dezembro de 2008 e nos meses de janeiro e fevereiro deste ano, um avanço de 3% nos homicídios relacionados com as drogas.
Uma dona de casa de 36 anos, moradora da região que liga o Engenho Velho ao Vale da Muriçoca, teve sua casa invadida por um fugitivo da polícia após uma troca de tiros no Vale da Muriçoca. "Minha primeira reação foi entrar no quarto e pular a janela com minhas filhas", afirmou. O ajudante de produção de 37 anos, morador do Nordeste de Amaralina, expressa com revolta a indignação pelas drogas. "Estamos vivendo uma situação de desespero, aqui não podemos mais sentar na porta de casa para tomar uma fresca nem deixar nossos filhos brincar e andar de bicicleta, pois nunca sabemos o que pode acontecer?", indaga o morador. O drama maior do trabalhador não está só no fato da constante violência do local e sim, dentro de casa, pois ele está sentindo "perder" o caçula de 17 anos para as drogas. "De alguns meses para cá já sumiu dinheiro e até um celular aqui em casa, pra mim é difícil acreditar que tenha sido ele", afirma.
É notório que o tráfico de drogas, declaradamente ilegal, cresceu de maneira rápida e desgovernada a partir dos anos 80, tornando o narcotráfico superado apenas pelo tráfico de armamentos. Organizada como uma empresa, o tráfico chama a atenção devido aos lucros financeiros e rigorosidade.
Mostrando postagens com marcador Editoria de Segurança Pública Editor : Denise Nascimento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Editoria de Segurança Pública Editor : Denise Nascimento. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Dependentes de Esperança

Por Denise Nascimento
denynews@gmail.com
Quase metade da população estudantil nordestina sofre as dores de algum tipo de dependência química, de acordo com dados da Secretaria Nacional Anti - Drogas (SENAD), que aponta 40% dos estudantes.Um universo que se torna cada vez maior devido às dificuldades, falta de apoio e suporte psicológico.
Para a coordenadora de comissões da Câmara Municipal de Salvador, Clementina Matos, é de suma importância o desenvolvimento de políticas publicas de apoio aos dependentes. “Os dependentes fazem parte da população e necessitam de apoio como qualquer outro cidadão”, destaca.
Um dado das pesquisas assusta, o número de usuários que vivem nas ruas. Segundo os estudos realizadas pelo SENAD cerca de 87% dos moradores de rua utilizam drogas freqüentemente. Mas, nos lares, a situação não é tão diferente, o sofrimento é o mesmo.
Lar: Ambiente considerado o local onde se forma o caráter e personalidade de um indivíduo.
Colo de mãe
Foi nesse lugar que, de um momento para outro, se transformou num pesadelo para uma criança de apenas 8 anos. Maria (nome fictício), hoje com 19, presenciou, durante uma longa etapa de sua vida, brigas de seus pais.
Seu pai, Antônio, é alcoólico. “Eu tinha medo dele. Quando ele chegava na escola, eu saía pelos fundos”, relembra emocionada. A menina que se diz ser uma mulher forte é devido ao apoio de sua mãe. “Ela foi pai e mãe. Não me deixou sentir o peso de ter um pai daquele jeito”, desabafa.
A menina tímida e que tem dificuldades em se “entregar” aos relacionamentos, sejam eles com amigos ou namorados, confessa que sofreu muito durante alguns anos após a trágica separação dos seus pais, que se deu devido Antônio ter falsificado a assinatura de sua mãe numa das folhas de cheque que ele havia subtraído dela. “Foi coisa de Deus. Eu, uma criança, descobrir que foi meu pai quem tinha feito aquilo”. Ela relembra que nem sua própria mãe acreditava que o álcool fosse capaz de transformar de tal maneira um homem digno num ser humano capaz de furtar algo dentro de sua própria casa.
Na época em que tudo aconteceu na vida de Maria, ainda não existiam programas como o Viva Voz, da SENAD (Secretaria Nacional Anti Drogas), que dá suporte 24 horas por dia a dependentes químicos e a seus familiares. O 0800 510 0015 que funciona há cerca de 8 anos, tem como objetivo além de passar informações sobre o uso indevido de drogas, dar suporte psicológico aos dependentes e aos que convivem com eles. Infelizmente, o programa, é ainda pouco conhecido pela população, que procura nas drogas um refúgio.
Para o psicólogo Lewis Levine a maneira de olhar para os dependentes e para o tratamento que eles necessitam deve mudar para que as conquistas sejam satisfatórias. “Em primeiro lugar, é preciso desmistificar essa história de que terapia é apenas coisa de quem tem distúrbios ou problemas mentais”, afirma.
Graduado nos Estados Unidos, com mestrado pela San Francisco State University e estudos em Harvard University, Levine ressalta a importância de um tratamento para os familiares e amigos dos dependentes. “Na verdade, todo mundo pode se beneficiar da terapia”.
Levando a vida...
Relaxar, esquecer os problemas de um dia inteiro de trabalho, descontrair, divertir-se com os amigos. Esses foram os motivos citados por Carlos Augusto dos Santos, pintor, mecânico e alcoólico. Aos 54 anos, mantém um relacionamento de quase 40 anos com o álcool. “Eu comecei a beber por curiosidade e continuei bebendo por hábito”. Augusto relembrou que aos 16 anos quando experimentou pela primeira vez “cachaça”, não gostou muito, mas bebeu para permanecer entre os amigos. “Quando eu dei o primeiro gole senti tudo queimar por dentro, mas engoli pra não passar vergonha”.
Pai de 2 filhas, Carlos relata que sempre procurou afastar suas filhas do álcool, e as aconselhava sempre dizendo “Não acerte seu relógio pelo meu, pra você não andar sempre atrasado”, fazendo um movimento de negação com a cabeça, ele confessa que poderia ter sido um pai melhor, mais presente a suas filhas se não fosse um dependente do álcool.O pintor que hoje não consegue emprego, já passou por vários relacionamentos, porém nenhum permaneceu firme. O mais duradouro foi de 8 anos com a sua primeira esposa. “Tive varias mulheres. Mas elas não gostavam quando eu bebia”.
Hoje o contato de Carlos Augusto com os familiares é conturbado. Segundo ele, a família não entende o problema. O homem que hoje mora numa casa de dois cômodos, sem luxo e sem família, já não demonstra esperança ou entusiasmo para o futuro. “Eu não tenho mais nada a perder. O homem é do momento”. Finaliza, sem perspectiva de transformação, Augusto.
Cortina de fumaça
Confira o depoimento de uma ex fumante
“Tinha hora que eu queria morrer. Eu me sentia incapaz. O vício era mais forte que eu”. Desabafa, chorando, Dineia dos Santos, 47, fumante durante 17 anos. Dineia sofreu a dor de não realizar o seu maior sonho que era o de ficar grávida, por ter adquirido dependência ao cigarro. Aos 24 anos começou a fumar. Segundo ela, na época, achava esteticamente bonito e dava um ar de maturidade. “Eu, quando comecei a fumar, me sentia mais adulta, mais poderosa”.
Porém, essa beleza custou muito caro. Aos 27 anos, já no quinto ano de casamento, após inúmeras tentativas sem êxito de engravidar, Dineia procurou ajuda médica. Descobriu que as suas chances de engravidar eram mínimas e diminuiriam se ela continuasse fumando. “Nessa hora senti que poderia perder tudo por causa de um capricho”.
Uma série de tratamentos foi iniciada naquele momento, entretanto, nenhum funcionou porque a nicotina afetava o resultado e já influenciava no psicológico da mulher que sempre sonhou em ser mãe. “Eu tentei de tudo pra deixar o cigarro, adesivos, massagens... nada adiantava” afirma emocionada. Aos 34 anos, cansada de frustrações, adotou uma criança. “Substitui o sonho de engravidar pelo sonho de ser uma boa mãe”.
Hoje ela é evangélica e diz que Deus fez um milagre em sua vida, e afirma ter medo que seu filho siga o mesmo exemplo. “Eu digo a meu filho: do caminho das experiências essa foi o mais doloroso em minha vida”. Dineia conseguiu vencer a dependência com a ajuda de terapias de grupo realizadas pela igreja que freqüenta. As sessões que tinham duas horas de duração e aconteciam duas vezes por semana, segundo ela, a ajudaram a conquistar a autoconfiança e vencer o vicio.
Onde procurar apoio
A maioria das entidades de apoio público a dependentes químicos são realizados por ONGs e por grupos evangélicos. Existem cerca de 39 clínicas de apoio na Bahia. Esses grupos sobrevivem devido à ajuda e doações de fiéis.
A falta de recursos impede que as populações de média e baixa renda tenham acesso aos caros tratamentos psicológicos. Em salvador tramita apenas um projeto na Câmara Municipal.O projeto de número 4506, elaborado pelo vereador Teo Sena, visa à exibição de alertas nos cinemas sobre doenças sexualmente transmissíveis e o abuso de drogas. A sociedade que espera por políticas públicas em apoio aos problemas causados pela ação da dependência química, hoje é dependente de esperança
denynews@gmail.com
Quase metade da população estudantil nordestina sofre as dores de algum tipo de dependência química, de acordo com dados da Secretaria Nacional Anti - Drogas (SENAD), que aponta 40% dos estudantes.Um universo que se torna cada vez maior devido às dificuldades, falta de apoio e suporte psicológico.
Para a coordenadora de comissões da Câmara Municipal de Salvador, Clementina Matos, é de suma importância o desenvolvimento de políticas publicas de apoio aos dependentes. “Os dependentes fazem parte da população e necessitam de apoio como qualquer outro cidadão”, destaca.
Um dado das pesquisas assusta, o número de usuários que vivem nas ruas. Segundo os estudos realizadas pelo SENAD cerca de 87% dos moradores de rua utilizam drogas freqüentemente. Mas, nos lares, a situação não é tão diferente, o sofrimento é o mesmo.
Lar: Ambiente considerado o local onde se forma o caráter e personalidade de um indivíduo.
Colo de mãe
Foi nesse lugar que, de um momento para outro, se transformou num pesadelo para uma criança de apenas 8 anos. Maria (nome fictício), hoje com 19, presenciou, durante uma longa etapa de sua vida, brigas de seus pais.
Seu pai, Antônio, é alcoólico. “Eu tinha medo dele. Quando ele chegava na escola, eu saía pelos fundos”, relembra emocionada. A menina que se diz ser uma mulher forte é devido ao apoio de sua mãe. “Ela foi pai e mãe. Não me deixou sentir o peso de ter um pai daquele jeito”, desabafa.
A menina tímida e que tem dificuldades em se “entregar” aos relacionamentos, sejam eles com amigos ou namorados, confessa que sofreu muito durante alguns anos após a trágica separação dos seus pais, que se deu devido Antônio ter falsificado a assinatura de sua mãe numa das folhas de cheque que ele havia subtraído dela. “Foi coisa de Deus. Eu, uma criança, descobrir que foi meu pai quem tinha feito aquilo”. Ela relembra que nem sua própria mãe acreditava que o álcool fosse capaz de transformar de tal maneira um homem digno num ser humano capaz de furtar algo dentro de sua própria casa.
Na época em que tudo aconteceu na vida de Maria, ainda não existiam programas como o Viva Voz, da SENAD (Secretaria Nacional Anti Drogas), que dá suporte 24 horas por dia a dependentes químicos e a seus familiares. O 0800 510 0015 que funciona há cerca de 8 anos, tem como objetivo além de passar informações sobre o uso indevido de drogas, dar suporte psicológico aos dependentes e aos que convivem com eles. Infelizmente, o programa, é ainda pouco conhecido pela população, que procura nas drogas um refúgio.
Para o psicólogo Lewis Levine a maneira de olhar para os dependentes e para o tratamento que eles necessitam deve mudar para que as conquistas sejam satisfatórias. “Em primeiro lugar, é preciso desmistificar essa história de que terapia é apenas coisa de quem tem distúrbios ou problemas mentais”, afirma.
Graduado nos Estados Unidos, com mestrado pela San Francisco State University e estudos em Harvard University, Levine ressalta a importância de um tratamento para os familiares e amigos dos dependentes. “Na verdade, todo mundo pode se beneficiar da terapia”.
Levando a vida...
Relaxar, esquecer os problemas de um dia inteiro de trabalho, descontrair, divertir-se com os amigos. Esses foram os motivos citados por Carlos Augusto dos Santos, pintor, mecânico e alcoólico. Aos 54 anos, mantém um relacionamento de quase 40 anos com o álcool. “Eu comecei a beber por curiosidade e continuei bebendo por hábito”. Augusto relembrou que aos 16 anos quando experimentou pela primeira vez “cachaça”, não gostou muito, mas bebeu para permanecer entre os amigos. “Quando eu dei o primeiro gole senti tudo queimar por dentro, mas engoli pra não passar vergonha”.
Pai de 2 filhas, Carlos relata que sempre procurou afastar suas filhas do álcool, e as aconselhava sempre dizendo “Não acerte seu relógio pelo meu, pra você não andar sempre atrasado”, fazendo um movimento de negação com a cabeça, ele confessa que poderia ter sido um pai melhor, mais presente a suas filhas se não fosse um dependente do álcool.O pintor que hoje não consegue emprego, já passou por vários relacionamentos, porém nenhum permaneceu firme. O mais duradouro foi de 8 anos com a sua primeira esposa. “Tive varias mulheres. Mas elas não gostavam quando eu bebia”.
Hoje o contato de Carlos Augusto com os familiares é conturbado. Segundo ele, a família não entende o problema. O homem que hoje mora numa casa de dois cômodos, sem luxo e sem família, já não demonstra esperança ou entusiasmo para o futuro. “Eu não tenho mais nada a perder. O homem é do momento”. Finaliza, sem perspectiva de transformação, Augusto.
Cortina de fumaça
Confira o depoimento de uma ex fumante
“Tinha hora que eu queria morrer. Eu me sentia incapaz. O vício era mais forte que eu”. Desabafa, chorando, Dineia dos Santos, 47, fumante durante 17 anos. Dineia sofreu a dor de não realizar o seu maior sonho que era o de ficar grávida, por ter adquirido dependência ao cigarro. Aos 24 anos começou a fumar. Segundo ela, na época, achava esteticamente bonito e dava um ar de maturidade. “Eu, quando comecei a fumar, me sentia mais adulta, mais poderosa”.
Porém, essa beleza custou muito caro. Aos 27 anos, já no quinto ano de casamento, após inúmeras tentativas sem êxito de engravidar, Dineia procurou ajuda médica. Descobriu que as suas chances de engravidar eram mínimas e diminuiriam se ela continuasse fumando. “Nessa hora senti que poderia perder tudo por causa de um capricho”.
Uma série de tratamentos foi iniciada naquele momento, entretanto, nenhum funcionou porque a nicotina afetava o resultado e já influenciava no psicológico da mulher que sempre sonhou em ser mãe. “Eu tentei de tudo pra deixar o cigarro, adesivos, massagens... nada adiantava” afirma emocionada. Aos 34 anos, cansada de frustrações, adotou uma criança. “Substitui o sonho de engravidar pelo sonho de ser uma boa mãe”.
Hoje ela é evangélica e diz que Deus fez um milagre em sua vida, e afirma ter medo que seu filho siga o mesmo exemplo. “Eu digo a meu filho: do caminho das experiências essa foi o mais doloroso em minha vida”. Dineia conseguiu vencer a dependência com a ajuda de terapias de grupo realizadas pela igreja que freqüenta. As sessões que tinham duas horas de duração e aconteciam duas vezes por semana, segundo ela, a ajudaram a conquistar a autoconfiança e vencer o vicio.
Onde procurar apoio
A maioria das entidades de apoio público a dependentes químicos são realizados por ONGs e por grupos evangélicos. Existem cerca de 39 clínicas de apoio na Bahia. Esses grupos sobrevivem devido à ajuda e doações de fiéis.
A falta de recursos impede que as populações de média e baixa renda tenham acesso aos caros tratamentos psicológicos. Em salvador tramita apenas um projeto na Câmara Municipal.O projeto de número 4506, elaborado pelo vereador Teo Sena, visa à exibição de alertas nos cinemas sobre doenças sexualmente transmissíveis e o abuso de drogas. A sociedade que espera por políticas públicas em apoio aos problemas causados pela ação da dependência química, hoje é dependente de esperança
Triiiim , triiim...
Por: Milena da Silva Oliveira
O som que há anos compõe nossa rotina, actualmente tem sido sinal sonoro de desespero. Cresce assustadoramente o número de fraudes e crimes executados por telefone. Saiba como se previnir.
Evite divulgar desnecessariamente informações como nomes, números de telefone e endereços ;
Evite divulgar desnecessariamente informações como nomes, números de telefone e endereços ;
Não atenda ligações de números ou pessoas desconhecidas ;
Proteja-se :
O melhor é não dar chance para ouvir a ameaça. Desligue imediatamente ;
Oriente todos em casa para não alimentarem conversações suspeitas ;
Defenda-se :
Registre os números e os horários das ligações ;
Verifique se os parentes mais próximos estão em segurança e alerte-os, sem alarde ;
Em caso de dúvida ou ameaça, não hesite em procurar o Plantão: 814 3083, chave estrutural GAPRE.
Meu cartão... Não!
Por Milena da Silva Oliveira
Como evitar fraudes com cartão de crédito?O uso de cartões de crédito exige cuidados. Novas maneiras de fraudar surgem a cada dia. Siga os passos deste golpe:
• Alguém liga e diz: "Aqui é do Departamento de Segurança do cartão [X]. Meu nome é [fulano] e meu número de identificação funcional é [xxxxx]. Você comprou [qualquer coisa] no valor de US$497,99 de uma companhia baseada no [exterior] ?" Claro, você responde que não.
• A pessoa prossegue: "Provavelmente seu cartão foi clonado e estamos ligando para verificar. Se confirmado, emitiremos um crédito a seu favor."
• E continua: "Antes de processar o crédito, gostaríamos de conferir alguns dados."
• "O seu endereço é... [seu próprio endereço] ?" É um dado que pode ser obtido, por exemplo, em listas telefônicas na internet. Você confirma, e o golpista continua: "Qualquer dúvida que você tenha, ligue o número 0800 que está no verso de seu cartão e solicite o Departamento de Segurança."
• Ele pede: "Por favor, tome nota do seguinte número de protocolo." O golpista informa então um número de seis dígitos e pede: "Você poderia lê-lo para mim, para confirmar?"
• Chegou o momento mais importante do golpe. O criminoso diz: "Desculpe, mas precisamos verificar que você está de posse de seu cartão. Por favor, pegue seu cartão e leia o número". Você lê e ele continua:
• "Correto. Agora vire o seu cartão e leia para mim os três [ou quatro] dígitos de segurança." Esses são os números que você usa para fazer compras via internet, para provar que está com o cartão ! (Em alguns cartões, esses números estão na frente, meio escondidos no corpo do cartão).
• Você informa os números de segurança, e ele responde: "Correto ! Entenda que era necessário verificar que o cartão não estava perdido nem tinha sido roubado, e que você estava com ele em seu poder. Você tem alguma pergunta ?" Você diz que não, o criminoso agradece e finaliza.
• Em poucos minutos, compras começam a ser lançadas no seu cartão. Às vezes, a fraude só é percebida com a chegada do extrato.
Como se proteger
É muito difícil rastrear esse tipo de ligação, e pouco provável chegar até o criminoso e ainda reaver o dinheiro. Então, o que fazer?
Caso receba esse tipo de ligação, simplesmente desligue
Em seguida, entre em contato com a central do cartão, solicitando apoio da área de segurança, e explique o ocorrido.
Como evitar fraudes com cartão de crédito?O uso de cartões de crédito exige cuidados. Novas maneiras de fraudar surgem a cada dia. Siga os passos deste golpe:
• Alguém liga e diz: "Aqui é do Departamento de Segurança do cartão [X]. Meu nome é [fulano] e meu número de identificação funcional é [xxxxx]. Você comprou [qualquer coisa] no valor de US$497,99 de uma companhia baseada no [exterior] ?" Claro, você responde que não.
• A pessoa prossegue: "Provavelmente seu cartão foi clonado e estamos ligando para verificar. Se confirmado, emitiremos um crédito a seu favor."
• E continua: "Antes de processar o crédito, gostaríamos de conferir alguns dados."
• "O seu endereço é... [seu próprio endereço] ?" É um dado que pode ser obtido, por exemplo, em listas telefônicas na internet. Você confirma, e o golpista continua: "Qualquer dúvida que você tenha, ligue o número 0800 que está no verso de seu cartão e solicite o Departamento de Segurança."
• Ele pede: "Por favor, tome nota do seguinte número de protocolo." O golpista informa então um número de seis dígitos e pede: "Você poderia lê-lo para mim, para confirmar?"
• Chegou o momento mais importante do golpe. O criminoso diz: "Desculpe, mas precisamos verificar que você está de posse de seu cartão. Por favor, pegue seu cartão e leia o número". Você lê e ele continua:
• "Correto. Agora vire o seu cartão e leia para mim os três [ou quatro] dígitos de segurança." Esses são os números que você usa para fazer compras via internet, para provar que está com o cartão ! (Em alguns cartões, esses números estão na frente, meio escondidos no corpo do cartão).
• Você informa os números de segurança, e ele responde: "Correto ! Entenda que era necessário verificar que o cartão não estava perdido nem tinha sido roubado, e que você estava com ele em seu poder. Você tem alguma pergunta ?" Você diz que não, o criminoso agradece e finaliza.
• Em poucos minutos, compras começam a ser lançadas no seu cartão. Às vezes, a fraude só é percebida com a chegada do extrato.
Como se proteger
É muito difícil rastrear esse tipo de ligação, e pouco provável chegar até o criminoso e ainda reaver o dinheiro. Então, o que fazer?
Caso receba esse tipo de ligação, simplesmente desligue
Em seguida, entre em contato com a central do cartão, solicitando apoio da área de segurança, e explique o ocorrido.
Fechando as janelas
Por Milena da Silva Oliveira
É fato que a criminalidade cresce e se alastra numa proporção desmedida. E o medo há anos nos tem feito reféns , não vamos nos desesperar, mas ... Previnir é melhor que remediar !
Previna-se...
Portas e janelas devem ser resistentes e ter fechaduras e trancas confiáveis. Instale olho-mágico nas portas. Travas de segurança e cadeados, nos pontos mais vulneráveis, também são úteis. Quando necessário, instale grades, de preferência internas. E não se esqueça das portas e janelas dos fundos, por onde os ladrões preferem entrar.
Ao viajar, suspenda a entrega de revistas e jornais.
Não coloque cadeados do lado de fora do portão. É sinal certo de que o morador não está.
Faça poda periódica em árvores e arbustos para manter a visão de dentro para fora livre, e para que não sirvam de esconderijo.
Se o interior de algum dos cômodos de sua casa pode ser visto da rua, mantenha as cortinas ou persianas fechadas.
Se for possível, mantenha um bom cão de guarda, adestrado, na área externa da casa.
Tenha os telefones de emergência fixados em um local de fácil acesso na casa.
Providencie iluminação para as áreas externas de sua casa, mas não deixe luzes acesas durante o dia. Células fotoelétricas podem automatizar o liga/desliga.
Proteja-se...
Se você tem empregados, não deixe todas as chaves da casa com eles. Eles podem ser forçados a permitir a entrada de ladrões.
Se alguma chave for perdida, troque o segredo da fechadura correspondente.
Mantenha os portões e portas trancados, mesmo em intervalos curtos de tempo, inclusive quando você está em casa. Oriente as demais pessoas da sua casa a fazer o mesmo.
Observe o movimento da rua antes de sair ou retornar para casa. Se perceber a presença de pessoas ou veículos estranhos ou em atitudes suspeitas, não entre (continue seu caminho) ou saia de casa, ligue para a polícia e procure descrever detalhes das pessoas (altura, cor da pele, cabelo, idade aproximada e roupas) e dos veículos (cor, marca, modelo).
Oriente a família e os empregados para que não dêem informações pelo telefone e nem comentem com estranhos sobre bens que a família possua e sobre os hábitos da casa.
Insista com seus filhos: eles devem informar sempre onde estarão, se vão se atrasar ou se foram para a casa de algum amigo. É muito importante dispor de todos os telefones onde é possível encontrá-los.
Não guarde valores e jóias em casa. Faça seguro e deixe-os em cofres de agências bancárias.
Ao contratar empregados domésticos, prefira sempre aqueles que apresentem referências e sejam indicados por pessoas de sua confiança. Tome os mesmos cuidados com a contratação de serviços de manutenção ou reforma.
Fonte/autor: Segurança Empresarial/Serasa
Em: 26/6/2006
É fato que a criminalidade cresce e se alastra numa proporção desmedida. E o medo há anos nos tem feito reféns , não vamos nos desesperar, mas ... Previnir é melhor que remediar !
Previna-se...
Portas e janelas devem ser resistentes e ter fechaduras e trancas confiáveis. Instale olho-mágico nas portas. Travas de segurança e cadeados, nos pontos mais vulneráveis, também são úteis. Quando necessário, instale grades, de preferência internas. E não se esqueça das portas e janelas dos fundos, por onde os ladrões preferem entrar.
Ao viajar, suspenda a entrega de revistas e jornais.
Não coloque cadeados do lado de fora do portão. É sinal certo de que o morador não está.
Faça poda periódica em árvores e arbustos para manter a visão de dentro para fora livre, e para que não sirvam de esconderijo.
Se o interior de algum dos cômodos de sua casa pode ser visto da rua, mantenha as cortinas ou persianas fechadas.
Se for possível, mantenha um bom cão de guarda, adestrado, na área externa da casa.
Tenha os telefones de emergência fixados em um local de fácil acesso na casa.
Providencie iluminação para as áreas externas de sua casa, mas não deixe luzes acesas durante o dia. Células fotoelétricas podem automatizar o liga/desliga.
Proteja-se...
Se você tem empregados, não deixe todas as chaves da casa com eles. Eles podem ser forçados a permitir a entrada de ladrões.
Se alguma chave for perdida, troque o segredo da fechadura correspondente.
Mantenha os portões e portas trancados, mesmo em intervalos curtos de tempo, inclusive quando você está em casa. Oriente as demais pessoas da sua casa a fazer o mesmo.
Observe o movimento da rua antes de sair ou retornar para casa. Se perceber a presença de pessoas ou veículos estranhos ou em atitudes suspeitas, não entre (continue seu caminho) ou saia de casa, ligue para a polícia e procure descrever detalhes das pessoas (altura, cor da pele, cabelo, idade aproximada e roupas) e dos veículos (cor, marca, modelo).
Oriente a família e os empregados para que não dêem informações pelo telefone e nem comentem com estranhos sobre bens que a família possua e sobre os hábitos da casa.
Insista com seus filhos: eles devem informar sempre onde estarão, se vão se atrasar ou se foram para a casa de algum amigo. É muito importante dispor de todos os telefones onde é possível encontrá-los.
Não guarde valores e jóias em casa. Faça seguro e deixe-os em cofres de agências bancárias.
Ao contratar empregados domésticos, prefira sempre aqueles que apresentem referências e sejam indicados por pessoas de sua confiança. Tome os mesmos cuidados com a contratação de serviços de manutenção ou reforma.
Fonte/autor: Segurança Empresarial/Serasa
Em: 26/6/2006
Assinar:
Postagens (Atom)
